Hérnia de disco
(cervical, torácica e lombar)
A hérnia de disco ocorre quando parte do disco intervertebral se desloca, comprimindo estruturas nervosas da coluna. Pode surgir em diferentes regiões: cervical (pescoço), torácica (meio das costas) ou lombar (parte inferior da coluna). Os sintomas variam conforme a localização, podendo incluir dor local ou irradiada, formigamento, fraqueza muscular e limitação de movimento. O diagnóstico precoce e o tratamento adequado são essenciais para evitar a progressão do quadro e preservar a qualidade de vida.
O que devo saber sobre hérnia de disco (cervical, torácica e lombar)?
Com sólida atuação na área de neurocirurgia e tratamento da dor, o Dr. Carlos Zicarelli tem ampla experiência no diagnóstico e manejo de escoliose e deformidades da coluna vertebral. Sua abordagem é centrada na avaliação individualizada, aliando conhecimento técnico, precisão e cuidado humanizado para definir o melhor plano terapêutico — seja conservador ou cirúrgico — com foco na qualidade de vida e funcionalidade dos pacientes.
EXPERIÊNCIA
COM CIÊNCIA E HUMANIDADE.
O Dr. Carlos Zicarelli é médico com sólida formação em neurocirurgia e vasta experiência no tratamento de doenças da coluna, crânio, nervos periféricos e dores crônicas. Ao longo dos anos, construiu uma trajetória marcada pela excelência técnica, atendimento humanizado e constante atualização científica. Sua atuação é reconhecida pela capacidade de unir conhecimento aprofundado, escuta atenta e condutas seguras, sempre com foco na qualidade de vida e no bem-estar dos seus pacientes.
O que é a hérnia de disco?
A hérnia de disco ocorre quando o núcleo gelatinoso do disco intervertebral se desloca para fora de seu espaço normal, comprimindo raízes nervosas ou a medula espinhal. Essa condição pode causar dor, inflamação e prejuízo funcional dependendo da localização e intensidade da compressão.
Regiões acometidas
A hérnia de disco pode se manifestar em três regiões distintas da coluna, cada uma com características clínicas específicas.
Na região cervical, é comum provocar dor no pescoço que pode irradiar para os ombros e braços, acompanhada de formigamento e fraqueza muscular.
A hérnia torácica, embora menos frequente, pode causar dor intercostal (entre as costelas) e alterações sensoriais no tronco, dependendo do nível afetado.
Já a hérnia lombar é a forma mais comum, geralmente associada à dor na parte inferior das costas, que se irradia para glúteos, pernas e pés — quadro muitas vezes chamado de ciática.
O reconhecimento da região comprometida é essencial para um tratamento direcionado e eficaz.
Causas e fatores de risco.
Entre as principais causas da hérnia de disco estão fatores relacionados ao desgaste natural da coluna ao longo do tempo, como o envelhecimento dos discos intervertebrais, que perdem hidratação e elasticidade. Movimentos repetitivos, esforço físico excessivo, postura inadequada, sedentarismo e traumas também aumentam o risco de desenvolvimento da condição. Além disso, fatores genéticos e obesidade podem acelerar o processo degenerativo, favorecendo o surgimento da hérnia mesmo em pessoas mais jovens. Esses elementos contribuem para a sobrecarga nas estruturas da coluna, resultando em dor e comprometimento funcional.
Sintomas
Os sintomas variam conforme a região afetada, podendo incluir:
Dor intensa e localizada ou irradiada
Formigamento e dormência
Perda de força muscular
Limitação de movimento
Alterações de sensibilidade
Diagnóstico
O diagnóstico da hérnia de disco é realizado a partir de uma avaliação clínica e neurológica detalhada, na qual o especialista identifica sinais como dor irradiada, alterações de sensibilidade e perda de força muscular. Para confirmar o quadro e definir com precisão a localização, extensão e impacto da hérnia, são utilizados exames de imagem, como ressonância magnética, tomografia computadorizada e, em alguns casos, radiografias da coluna. Esses recursos são fundamentais para orientar o plano de tratamento mais adequado para cada paciente.
Tratamento
O tratamento da hérnia de disco pode seguir uma abordagem conservadora, especialmente nos casos iniciais ou menos graves. Isso inclui fisioterapia especializada, uso de medicações analgésicas e anti-inflamatórias, reeducação postural e, quando necessário, bloqueios anestésicos para alívio da dor. Quando essas medidas não são suficientes ou nos casos mais avançados, pode ser indicada a cirurgia, que pode ser minimamente invasiva ou convencional, sempre com o objetivo de descomprimir as estruturas nervosas afetadas e restaurar a função neurológica e a qualidade de vida do paciente.